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Postado por admin em 01 de out as 18:45

A Campanha Outubro Rosa tem seu inicio hoje e é movimento que é comemorado em todo o mundo. O objetivo principal da Campanha é a erradicação do câncer de mama como uma doença que ameaça a vida. Através dessa iniciativa espera-se alertar e orientar sobre a importância da detecção precoce do câncer de mama e a relevância da mamografia.

O nome da Campanha remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades.

Conheça mais sobre essa iniciativa: http://www.outubrorosa.org.br/

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Postado por admin em 24 de set as 17:59

A vida em família é corrida. Com filhos pequenos, a mãe chega a conclusão de que o dia não tem horas suficientes para atender às necessidades de todos. E a saída para esse turbilhão de atividades é estabelecer uma agenda com prioridades.

Os pais tendem a reduzir o tempo de qualidade que deveriam reservar para si próprios, diminuem o tempo que passam com os filhos mais velhos, e tentam pular etapas, pressionando os pequenos. Como resultado: ninguém fica feliz.

Por isso, estabelecer uma agenda ou rotina doméstica eficaz permite atender às necessidades e interesses de todos, além de proporcionar à criança a estrutura clara de que ela necessita para se sentir segura.

Alguns pais não gostam da ideia de uma rotina, pois a consideram sinônimo de rigidez. No entanto, uma rotina realmente abre mais espaço para a diversão, uma vez que elimina grande parte do estresse da luta de administrar o tempo escasso. De repente pode parecer que nem tudo é tão corrido e caótico, e isso é maravilhoso. Veja as dicas para montar a agenda da casa:

*Os horários das refeições e de ir para cama são a base da rotina. O ideal é que as crianças comam e durmam cedo. Por exemplo: o jantar deve ser servido entre 17h e 17h30.

*O importante da rotina é ajudá-la a conseguir fazer tudo em um tempo razoável. Quando a mãe demora muito para dar banho e colocar a criança na cama, essa tarefa acaba roubando horas preciosas do período noturno. Mas sem um tempo suficiente, seu filho terá maior dificuldade de desacelerar. A criança sente quando estamos com pressa.

*Não seja rígida. Se der uma tolerância de meia hora em um horário ou outro, não fará tanta diferença no fim do dia.

*Seja realista. Se o seu filho sempre demora na hora de se vestir, reserve um tempo a mais, um tempo suficiente para essa tarefa. Não arrume problemas para você mesma mais tarde.

*No verão, pode ser interessante deixar a criança ir para a cama cerca de meia hora mais tarde. É difícil pegar no sono quando ainda está claro.

*Reserve horários especiais para dedicar atenção especial a cada filho. Seu cônjugue deve fazer o mesmo. Hoje, a mamãe dá banho no caçula e o pai lê uma história antes de colocá-lo na cama. Amanhã vocês trocam. Se isso não for possível, garanta que a criança terá um fim de semana com o pai e outro com a mãe.

*Inclua um tempo de qualidade para você e seu companheiro. Não se trata de um extraopcional. Essa é uma necessidade. Não é?

*Depois de elaborar uma agenda, esteja ela em sua mente ou em um cartaz na geladeira, é preciso ensinar a criança a segui-la. Todo dia, a cada passo do dia, reforce a rotina verbalmente repetidas vezes.

*Dê avisos claros, calmos e repetidos, usando o tom de voz de costume (as crianças preferem tons de vozes alegres e amigáveis) sempre com alguns minutos de antecedência. Assim a criança tem uma chance de se preparar para o que está por vir e sente-se envolvida na movimentação da casa.

Diga sempre:

“Vamos procurar seus sapatos? Sairemos para o parque em cinco minutos”.

“A mamãe está pegando a toalha, daqui a dois minutos será hora do banho”.

Sinalizar a rotina da criança é bem diferente de oferecer-lhe uma série de opções. Não diga: “Você pode calçar os sapatos?”, “Que sapatos você quer usar?”.

O mesmo se aplica a barganhas. Não diga: “Se você calçar os sapatos podemos ir ao parque”.

Diga sempre: “Quando você calçar os sapatos iremos ao parque”.

Fonte: Baby digue

Postado por admin em 17 de set as 19:11

A moda não é exclusiva do mundo jovem e adulto e cada vez mais conquista as crianças. Os pequenos ainda têm preferência entre os brinquedos e games, mas é notável que eles começam a se interessar pela maneira de vestir e ainda impõem seus gostos e escolhem seus estilos. Para os adultos, é sempre difícil saber como agradar uma criança na hora de comprar roupas e há sempre uma dificuldade para acertar a numeração.

O Brasil segue uma tabela (veja abaixo) criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que é o Foro Nacional de Normalização. O objetivo é estabelecer um sistema de indicação de tamanhos que apresente, de forma direta e de fácil compreensão, as medidas corporais de crianças e jovens.

Esses tamanhos levam em conta várias medidas médias para cada faixa etária como por exemplo, medida do tórax, quadril, cintura, ombro, bíceps, etc. Por isso, ainda existirão os casos em que um bebê de 3 meses necessitará de uma roupa tamanho G e um outro bebê de 3 meses de tamanho P, pois essas medidas foram baseadas em uma média do corpo humano dos bebês em cada faixa etária.

A principal diferença dessa tabela para as numerações anteriores é que cada fábrica tinha a sua, ou seja, o tamanho M de uma fábrica não era igual ao de outra fábrica, com essa tabela, os tamanhos M de todas as fábricas deveriam ter as mesmas medidas.

Fonte: Guia do bebê

Postado por admin em 10 de set as 19:34

Alguns cuidados com a roupa, seja infantil ou adulta, são essenciais na hora de preservá-las. Confira algumas dicas:

Separação:

Separe as roupas por cor e tipo de tecido. Não se pode misturar roupas brancas com coloridas, ou escuras com aquelas que soltem pêlos. Portanto, separe pilhas de roupas brancas, claras e as de cores escuras. Crie uma pilha à parte para roupas com tecidos e aplicações delicadas. Depois, separe pelo grau de sujidade. Por fim, junte as peças brancas com as claras de acordo com a moderação da sujeira.

Pré-lavagem:

Se você encontrar alguma mancha, faça uma pré-lavagem nesse ponto com produtos
específicos, detergente líquido ou sabão em barra. Se a mancha for difícil de sair, deixe a roupa de molho por alguns minutos.
Verifique broches, fivelas ou decorações que possam danificar outras roupas. Feche zíperes, ganchos e botões. Lembre-se de verificar os bolsos de calças e camisas.

Alvejantes:

Olhe atentamente a composição descrita na embalagem do alvejante, muitos possuem cloro e isso causa danos às roupas coloridas. Neste caso, utilize somente nas roupas brancas. Também existem alvejantes próprios para roupas coloridas. Lembre-se que esses produtos não substituem o sabão em pó, eles apenas auxiliam na remoção da sujeira.

Amaciantes:

Eles amaciam as firas do tecido e deixam um perfume agradável. O amaciante nunca deve ser despejado diretamente nas roupas, isso pode deixar manchas.Verifique na embalagem desse produto a dosagem para dissolver recomendada pelo fabricante. Dissolva em água e coloque as roupas de molho. Se for lavar à máquina, coloque o produtos no último enxágue.

No varal:

Roupas brancas e claras podem ser secas ao sol, já as coloridas devem ser colocadas à sombra para não desbotar. Certifique-se que os grampos e o varal estejam sempre limpos. Sempre pendura as roupas pelo seu lado mais firme.

Na secadora:

Leia sempre o manual de instruções para saber o ciclo e o tempo adequado para cada tipo de roupa. Tome cuidado para não sobrecarregar a secadora, desse jeito as roupas não secarão.

Fonte: Dica de Moda

Postado por admin em 03 de set as 20:44

Produzimos dez dicas para auxiliar as mamães com bebês ainda pequenos – principalmente as de primeira viagem –, a como cuidarem do seu recém-nascido. Afinal, qual a melhor posição para facilitar a amamentação? Recém-nascidos sentem mais frio do que os adultos? O choro é de fome ou de cólica?

1) Amamentação – As principais orientações a respeito da amamentação devem ser fornecidas pelo pediatra. É importante que o bebê abocanhe toda a auréola, e não apenas o bico da mama, para evitar dor ou ferimentos. A mãe deve escolher um lugar calmo e tranquilo, acomodar-se em uma poltrona confortável, com iluminação e temperatura amenas. Qualquer desconforto, estresse, ansiedade, medo ou insegurança pode prejudicar a saída do leite.

2) Excesso de leite – Quando a produção de leite é maior do que a capacidade de mamar da criança, o seio fica cheio demais e há desconforto. Nesses casos, recomenda-se a extração manual do excedente. Se for necessário armazenar o leite, é importante consultar o pediatra em relação aos procedimentos quanto à conservação para uso posterior.

3) Roupas – Um dos erros mais comuns das mães de primeira viagem é agasalhar demais o filho. Ele precisa ser vestido com roupas confortáveis, que não impeçam seus movimentos e que estejam adequadas à temperatura. No verão, por exemplo, não se deve usar xales e luvinhas.

4) Soluço e cólica – São normais no recém-nascido devido à imaturidade do sistema gastrointestinal. A mãe não precisa se apavorar, porque vai passar. Para evitar isso, convém não se esquecer de deixá-lo em pé no colo, durante alguns minutos, e bater levemente nas suas costas para ele arrotar, após as mamadas. A mamadeira deve ser dada com o bebê sentado no colo, e não na horizontal.

5) No berço – Após as mamadas, o bebê deve ficar de pé, no colo, para eliminar o ar (arrotar) eventualmente ingerido durante a mamada. No berço, o bebê deve ser colocado de barriga para cima e nunca de bruços.

6) Sono e repouso – É natural que o bebê novinho durma muito. Ainda assim, ele precisa de um lugar silencioso e calmo, com iluminação controlada. Esses momentos de descanso podem (e devem) ser aproveitados também pela mãe, já que seus horários de sono e vigília costumam ser comprometidos pela amamentação.

7) Umbigo – Normalmente o coto umbilical “cai” depois de poucos dias, em geral entre o sétimo e o décimo dia de vida, e a mãe deve seguir rigorosamente as recomendações médicas. Se você observar vermelhidão na pele ou um odor forte no coto umbilical, converse com o seu pediatra, pois esses sinais não são normais.

8) Banho – A dica é não encher muito a banheira, para que o banho seja mais seguro. Quanto à temperatura da água, ela não dever ser fria, mas também não pode ser muito quente. Para essa verificação, não é preciso usar termômetro: o cotovelo ou o punho da mãe são suficientes para identificar se a água está adequada.

9) Choro – Com o tempo, a mãe aprenderá a diferenciar os diferentes “tipos de choro” do bebê. Há choro de fome, de sono, de desconforto (por exemplo, por excesso de agasalho) e há o choro de dor. Porém, isso não acontecerá de forma instantânea. Aos poucos, a mãe ganhará confiança para diferenciar cada um deles.

10) Tabaco e álcool – O uso de tabaco e álcool não é recomendado durante a gravidez nem durante a amamentação.

Fonte: Fleury

Postado por admin em 27 de ago as 20:33

A roupa que veste ao seu bebê para dormir depende, essencialmente, da temperatura do quarto que deve rondar os 18º-20º C, de preferência que seja 100% algodão para minimizar o risco de alergias e irritações e permitir que a pele respire.

Evite usar almofadas, cobertores, mantas ou colchas pesadas e com fibras. Podem soltar-se e ser inaladas pelo bebê durante o sono. Dê preferência a roupa da cama e pijamas simples/sacos para dormir, sem adereços complicados que se possam descozer e que sejam práticos e fáceis de vestir (muito importante para a muda da fralda).

Cada criança tem o seu próprio termostato interno. A sensação de calor/frio difere de pessoa para pessoa e o mesmo se passa com os bebês. Depressa aprenderá a conhecer o seu bebê e a saber o que o deixa mais confortável.

Como eles têm alguma tendência para se destaparem durante o sono, o mais importante é deixá-los bem aconchegados mas com liberdade de movimento para que não se sintam incomodados ou apertados pela roupa nem sobreaquecidos.

O saco para dormir, por exemplo, é uma boa opção porque o bebê fica bem aconchegado mantendo a liberdade de movimentos. Para além disso, evita que o bebê tape a cabeça durante o sono diminuindo o risco de sufocar com falta de ar.

Fonte: Mãe me quer

Postado por admin em 20 de ago as 19:30

Sua filha quer passar esmalte nas unhas e seu filho adora pentear o cabelo com gel. Mas será que tudo bem usar esses produtos em crianças? Se forem específicos para a faixa etária e aprovados pela Anvisa (Associação Nacional de Vigilância Sanitária), a resposta é sim.

Segundo a Gerência Geral de Cosméticos da Anvisa, por serem destinados a um público mais sensível, os cosméticos infantis apresentam limites de segurança mais rigorosos. Os esmaltes de uso infantil, por exemplo, não podem conter solventes considerados irritantes. Outro ponto são as advertências de rotulagem, que orientam os pais quanto à aplicação dos cosméticos em crianças.

As recomendações também valem para produtos de higiene, como sabonetes e xampus. Vale lembrar que não é necessário passar hidratantes em bebês e crianças, a não ser em casos de ressecamento extremo da pele ou doenças como dermatite. O perfume é outro item que, além de ser dispensável, tem grandes chances de causar irritação na pele.

Sempre que for usar um produto em seu filho, é importante ler atentamente o rótulo para garantir que não há substâncias tóxicas ou nocivas à saúde. “Até os dois anos, a barreira da pele ainda não está perfeitamente desenvolvida, o que faz com que as crianças absorvam mais os produtos do que deveriam”, afirma a dermatologista Selma Helene, membro da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia).

O segredo é usar produtos menos agressivos, com ingredientes sabidamente seguros para a criançada. “Tudo o que é feito para crianças é mais solúvel em água, tem pouca gordura e uma quantidade mínima de conservantes, para não irritar a pele sensível delas”, afirma a dermatologista Suzy Rabello, do Hospital Bandeirantes, em São Paulo. Além dos conservantes, há outros componentes que oferecem riscos, como fragrâncias, corantes e óleos minerais.

Não existe uma idade certa para começar a usar produtos para adultos, mas a recomendação é permanecer com os infantis até os 12 anos. Até os cinco são os pais que devem aplicar os produtos, daí em diante a criança pode usar sozinha, mas com supervisão. Maquiagem de boneca, tatuagens de hena e cosméticos para adultos ou sem o selo da Anvisa não devem ser usados em crianças.

As reações mais comuns a produtos inadequados são irritações na pele, que se manifestam por meio de manchas vermelhas, bolhas, descamações, lesões e coceiras. Outro perigo é o que os especialistas chamam de absorção sistêmica, que afeta o organismo e causa reações alérgicas tanto imediatas e passageiras quanto futuras e permanentes.

Fonte: Uol

Postado por admin em 06 de ago as 17:38

A papinha vai à boca, a comida é amassadinha e, na hora de vestir, há sempre um adulto por perto para abotoar a camisa e amarrar os sapatos da criança. O que é normal –e necessário– nos cuidados com um bebê, pode ser extremamente prejudicial à medida que a criança amadurece. O alerta é da psicóloga Patrícia de Souza Almeida, doutora em neurociência pela Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), de Ribeirão Preto.

“Superprotegendo os filhos, os pais não permitem que eles tenham a liberdade de viver as dificuldades específicas de cada fase do seu desenvolvimento, necessárias para promover a construção dos recursos e das capacidades que as crianças aplicarão nas situações futuras de sua vida”, diz.

Segundo Patrícia, o desenvolvimento motor de uma criança é caracterizado por uma série de marcos, capacidades que ela adquire antes de avançar para outras mais difíceis. “Esses marcos não são realizações isoladas, cada capacidade obtida prepara o bebê para lidar com a seguinte”, afirma a especialista.

No desenvolvimento da ação de agarrar com precisão, por exemplo, o bebê tenta, inicialmente, pegar as coisas com a mão inteira, fechando os dedos sobre a palma (é o que se chama de movimento ulnar). Posteriormente, o pequeno aprende o movimento em pinça, no qual as pontas do polegar e do indicador se encontram, formando um círculo, o que torna possível pegar também os objetos pequenos. E o mais interessante: é a partir das tarefas realizadas no cotidiano que o bebê desenvolve essas habilidades.

Portanto, permitir que a criança faça algumas tarefas sozinha é importante para o desenvolvimento motor dela. Mas vai além. Esses treinos também são fundamentais para a aquisição de independência e autonomia, duas habilidades que, de certa forma, se completam.

“Pode-se dizer que a independência está relacionada às habilidades da criança em realizar tarefas e seguir regras. Já a autonomia está relacionada ao desenvolvimento emocional da criança. Uma criança é autônoma quando ela se envolve em atividades a partir da sua vontade e interesse, e não apenas porque está obedecendo a alguma regra. A autonomia é desenvolvida por meio do respeito aos interesses da criança e da relação de confiança que ela estabelece com os pais”, declara a psicóloga Scheila Machado da Silveira Becker, integrante do Núcleo de Infância e Família da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

Nesse processo de aprendizado, é fundamental que os pais respeitem o ritmo do filho, compreendendo que o desenvolvimento varia um pouco de uma criança para outra. “Da mesma forma, as responsabilidades atribuídas pelos pais ao filho, como guardar os brinquedos, devem ser antecedidas pelo próprio exemplo dos adultos, ao organizarem o ambiente familiar”, afirma Scheila.

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Mãozinhas sujas

O aprendizado da autonomia e da independência não é uma tarefa fácil. É algo que exige dedicação, persistência e paciência. “Provavelmente, a criança não vai conseguir dominar determinada tarefa na primeira vez que tentar e isso faz parte do processo. Toda a aprendizagem envolve várias fases: tomar a iniciativa, errar ou acertar, lidar com a frustração diante do erro, perseverar e até buscar ajuda”, diz a psicóloga Patrícia. Por isso mesmo, quando a criança estiver treinando para algo novo, como comer com talheres, por exemplo, deve-se ficar ao lado e incentivá-la a persistir –mas não fazer por ela.

“É importante que a criança tenha a experiência de se sujar comendo, que explore a textura e a temperatura dos alimentos”, diz a psicóloga e pedagoga Clarice Krohling Kunsch, mestre em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pelo Instituto de Psicologia da USP.

“É claro que nem sempre isso é possível e também não há problema em ajudá-la. Deve haver um equilíbrio entre experiências de ação direta da criança e experiências de orientação. Se ela lavou as mãos e continua suja, podemos pedir que ela mesma faça novamente e também podemos ajudá-la, orientar sobre como se faz. E, claro, lembrar de elogiar quando ela fizer tudo certo”, afirma.

Crianças entediadas

A educadora aconselha que os pais busquem inserir na agenda semanal alguns momentos mais tranquilos para esses treinos compartilhados. Na escolinha, espera-se que os professores estejam preparados para lidar com o ritmo e as dificuldades de cada criança. E quando esse papel cabe às babás, os pais devem orientá-las a respeito de como desejam educar a criança.

“Muitas vezes, as babás assumem também o trabalho doméstico e aí falta tempo e paciência para se dedicarem mais à criança. Porém, se a função for cuidar exclusivamente do pequeno, é muito importante pedir à babá para estimulá-lo a realizar algumas tarefas, como comer sozinho, guardar brinquedos, cuidar dos pertences pessoais, entre outras”.

Segundo Clarice, a criança que é tutelada por um adulto na maior parte das atividades que realiza dificilmente conseguirá se posicionar de maneira ativa e crítica em situações corriqueiras que lhe forem apresentadas. “Quando não há um adulto por perto, essas crianças ficam perdidas, não sabem o que fazer”, diz a educadora.

Em sua pesquisa de doutorado, ela entrevistou crianças com idade entre cinco e sete anos e constatou que a superproteção e o excesso de controle dos adultos aparecem como as principais causas da vivência do tédio na infância. Ela explica que a superproteção tira das crianças a criatividade e a espontaneidade. E o que fica no lugar é um vazio. “O tédio implica desinteresse, apatia, falta de sentido e falta de projetos. Essas crianças estão sempre à espera de alguém que lhes diga o que fazer”.

Conheça tarefas que ajudam a desenvolver a autonomia, divididas por idade:

Comer com as mãos: “Na fase entre um e dois anos, é importante que a criança explore diferentes texturas, pesos, tamanhos, formas, sons e cheiros”, diz a psicóloga Clarice Kunsch.

Guardar os brinquedos: “Espera-se que a criança com idade entre um e dois anos comece a andar. E, a partir daí, já é possível envolvê-la na organização dos brinquedos. Ela pode iniciar seu treino alcançando as peças espalhadas e entregando-as para o pai, que vai efetivamente guardar”, diz a psicóloga Scheila Becker.

Comer sozinha, de colher: segundo a psicóloga Patrícia Almeida, a partir dos dois anos a criança já tem condições de se sentar à mesa e de se alimentar sozinha.

Tomar água no copo: entre dois e três anos, a criança já tem uma coordenação motora que lhe permite movimentos mais delicados, como os que são necessários para manusear o copo, segundo a psicóloga Scheila Becker. Para começar, deixe-a beber sozinha em copo de plástico.

Escovar os dentes: entre dois e três anos a criança deve ser estimulada a escovar os dentes sozinha, mas com um adulto ao lado, dando as orientações. Entre três e quatro anos, ela já pode fazer essa tarefa de forma mais independente, de acordo com a psicóloga Patrícia.

Tirar a roupa: “Entre dois e três anos de idade, espera-se que a criança já peça para ir ao banheiro, que tire e coloque algumas peças de roupa ou sapato”, afirma a psicóloga Scheila Becker. Nessa fase, também é válido ensinar o filho a colocar a roupa suja no cesto e o sapato na sapateira.

Vestir-se e abotoar roupas: entre três e quatro anos, a criança consegue fazer sozinha algumas atividades mais complexas, como abotoar e desabotoar peças de roupa e vestir-se sem precisar de ajuda, conforme indica a psicóloga Scheila Becker.

Colocar a comida no prato: entre três e quatro anos, a criança já tem condições de colocar, sozinha, a comida no prato, segundo a psicóloga Scheila Becker. É também nessa fase que ela deve ser estimulada constantemente a experimentar diferentes alimentos. Mas tome cuidado para que ela não manuseie recipientes e panelas quentes.

Subir escadas: aos três anos, a criança já tem habilidade para subir uma escada colocando um pé em cada degrau. Nesse período, é interessante acompanhar de perto, porém, sem se desesperar com pequenas quedas. “Até caindo a criança está aprendendo. Uma das coisas que ela aprende é como deve reagir de maneira a proteger o corpo, para se machucar menos da próxima vez”, diz a psicóloga Clarice Kunsch.

Ir ao banheiro: entre três e quatro anos, a criança pode usar o banheiro com a supervisão de um adulto, diz a psicóloga Patrícia Almeida. Aos cinco anos, no entanto, já está apta a se limpar sozinha.

Tomar banho: entre quatro e cinco anos de idade, a criança já tem condições de se lavar sozinha. “Certamente, o adulto pode supervisionar a limpeza ao final, para ver se está tudo em ordem”, diz a psicóloga Clarice Kunsch.

Utilizar a faca: uma criança de cinco anos já deve saber comer sozinha e pode manusear, inclusive, a faca, desde que ela não tenha corte. “Uma criança com essa idade tem maior habilidade e controle do próprio corpo. Porém, ela ainda não sabe precisar as consequências ou riscos de todas as suas atividades”, diz a psicóloga Clarice Kunsch.

Amarrar os sapatos: aos cinco anos, os desafios já podem ser de maior complexidade, como amarrar os sapatos. “Nessa fase, também se espera que a criança demonstre cuidado com seus pertences pessoais. Ela já pode cuidar de sua mochila, de suas roupas ou brinquedos, deve saber que não pode arrastá-los ou os jogá-los no chão, por exemplo”, diz a psicóloga Scheila Becker.

Fonte: Uol

Postado por admin em 30 de jul as 19:30

Você já ouviu por aí que quanto mais cedo aprender um segundo idioma, mais fácil é o aprendizado? Para falar mais sobre o tema, listamos dez benefícios que o ensino do inglês pode proporcionar para as crianças. Veja abaixo:

Melhora a fala e a articulação

Ao produzir sons que são diferentes dos de sua língua materna, a criança faz movimentos que ajudam na maturação de seus músculos faciais. Quanto mais cedo a criança começar a aprender uma segunda língua, mais chances ela tem de ter uma ótima pronúncia.

Aumenta percepção auditiva

Ao ouvir uma segunda língua, a criança pode ter sua compreensão oral desenvolvida, uma vez que estimula os caminhos do córtex auditivo.

Estimula o cérebro

Algumas teorias sobre o cérebro apontam que existem as ?janelas de oportunidade?, ou que o período da primeira infância é propício para as crianças receberem diferentes estímulos, como fixar novas palavras e sons.

Ajuda na estruturação do pensamento

Uma segunda língua é uma nova oportunidade de aprender novos conceitos. De acordo com a teoria sócio-cultural, a linguagem faz parte da estruturação dos processos cognitivos através do seu uso social e como uma forma de organizar o pensamento.

Aprendizado natural

Uma vez motivada, a criança aprende uma segunda língua de forma natural e livre de pressões (se comparado a um adulto) assim, através de uma metodologia voltada para o seu universo, ela vivencia uma segunda língua de uma forma muito prazerosa, o que facilita a aprendizagem.

Aprender as diferenças

Aprender uma segunda língua pode trazer uma conscientização sobre as diferenças entre as culturas existentes no mundo, fazendo com que a criança fique mais tolerante ao diferente.

Autoconhecimento

Através das brincadeiras e jogos de dramatização promovidos na aula de inglês, a criança tem a oportunidade de viver diferentes papéis em outra língua, ajudando assim no seu autoconhecimento.

Facilita o aprendizado de outros idiomas

Indivíduos que falam uma segunda língua têm maior facilidade para aprender uma terceira, quarta e/ou quinta língua.

Habilidade de se comunicar com o mundo

A língua inglesa tem mais de um bilhão de falantes e está em todo lugar. Para viajar, jogar games, trabalhar ou simplesmente fazer novos amigos, o inglês é sempre um diferencial.

Reforça o português

Aprender uma segunda língua ajuda a criança a entender a sua língua materna e a reconhecê-la como um sistema linguístico entre tanto outros, beneficiando assim o desenvolvimento de suas habilidades linguísticas como um todo.

Fonte: Language in life

Postado por admin em 24 de jul as 20:16

Embora a moda étnica tenha surgido há tempos, ela retorna outra vez como tendência. Essa temática tem uma paleta de cores vibrante, as roupas tem formatos confortáveis e despojados. Além disso, a própria roupa é como se fosse uma tela que ganha vida através dos desenhos de formas geométricas que são ícones em algumas culturas.

Perfeitos para serem usados na rua e no dia-a-dia, os looks étnicos podem ser complementados com acessórios, como braceletes e tênis estampados. Os estilos que mais se destacam nesta temporada são os de estampas tribais e os de estampas étnicas monocromáticas.

1. Estampas tribais

São aquelas em zigue-zague, triangulares e de cores vibrantes. Elas estão com tudo nesta estação, aparecendo em peças desde meias-calças a até vestidos.

2. Estampas monocromáticas

Peças em que a cor da roupa e da estampa são muito parecidas também estão super na moda.

Fonte: Moda Infantil

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