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Postado por admin em 29 de out as 19:25

Fenômeno entre usuários de redes sociais, as “selfies” podem se tornar em um futuro próximo parte da rotina dos seres humanos desde o berço ? por iniciativa da próprias crianças, e não de seus pais. É o que mostra uma série de brinquedos experimentais desenvolvidos pela New Born Fame, como foi batizado o projeto de graduação da designer Laura Cornet na Design Academy Eindhoven, na Holanda.

Coloridos, macios e disponíveis em formatos que remetem a redes sociais ? um passarinho (Twitter), uma câmera fotográfica (Instagram), um logo do Facebook ?, os brinquedos fazem parte de um móbile que pode ser pendurado no berço do bebê. Conectados à internet e possuidores de câmeras embutidas, os brinquedos filmam e fotografam os bebês ao serem puxados por eles ? as imagens são automaticamente publicadas nas redes sociais.

Também fazem parte do projeto um par de sapatinhos com pedômetro embutido capaz de registrar a movimentação de bebês, e uma bola que realiza fotografias quando é girada.

De acordo com Laura Cornet, sua intenção com o projeto é mais profunda do que aparenta: provocar uma reflexão em pais que costumam publicar imagens de seus filhos ainda pequenos nas redes sociais.

Essa geração de recém-nascidos é a primeira trazida ao mundo por pais que cresceram com o Facebook. Isso resulta no fato de que quase metade dos bebês já está visível on-line um dia após nascer. Eu não faria isso, mas a minha pesquisa mostra algo diferente. Muitas pessoas não acham que isso é um problema, já que as crianças são parte da sua vida. A única coisa negativa mencionada foi o fato de que os bebês não podem ter voz nesse processo?, escreveu Cornet na página sobre o projeto.

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Isso resultou na criação de quatro brinquedos de bebê que permitem as crianças se colocarem on-line por conta própria. Para fazer com que as pessoas pensem sobre o uso das redes sociais, e como isso influencia a vida de toda uma nova geração. O que é considerado ok, e quando isso vai longe demais? E, mais importante: quem é responsável por essa decisão??, questiona Cornet.

Em entrevista ao site Fast Company, no entanto, a designer disse não descartar a transformação do seu projeto em uma solução comercial.

Por exemplo, se a criança está com a sua babá, a bola com câmera pode enviar fotos para o smartphone dos pais. Pode ser uma alternativa à babá eletrônica, ou ainda como instrumento para observar o desenvolvimento do bebê ? afirma ela. ? Eu não sou contra o uso desse tipo de tecnologia. Gosto das suas muitas possibilidades. Só acredito que algumas facetas do uso das novas tecnologias não são exploradas o suficiente do ponto de vista social ou ético.

Fonte: O globo

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