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Postado por admin em 25 de jun as 20:36

Você programou férias com a família na praia para usufruir de diversão ao ar livre, mas a chuva tem dado as caras com frequência? Com um pouco de organização, criatividade e paciência, dá para distrair as crianças enquanto o tempo não melhora. Mas não se esqueça que brincar junto é fundamental. Veja ideias para espantar o tédio.

1. Jogos prontos, com pinos e bola de plástico, mas é possível improvisar usando garrafas PET (coloque um pouco de areia ou pedras dentro delas para que tenham mais estabilidade). O objetivo é, a cada jogada, derrubar o maior número possível de garrafas/pinos. Jogos com regras estimulam a cooperação e a competição positiva entre as crianças.

2. Quatro cores: em uma folha, desenhe uma figura qualquer. Com um lápis, divida-a aleatoriamente em até dez subdivisões para não dificultar muito. Cada criança recebe quatro canetinhas ou lápis de cores diferentes e um desenho. O objetivo é colorir usando as quatro cores sem deixar regiões vizinhas com o mesmo tom.O azul não encosta no azul, o verde não encosta no verde e assim por diante. Áreas limitadas pelo vértice podem ter tonalidades iguais. Se a criança não conseguir completar a figura, dê a ela a oportunidade de pintar novamente. Ideal para crianças a partir de três anos Cabra-cega: usa-se um lenço ou um pedaço de tecido para vendar os olhos de um participante. O escolhido é rodado em torno de si e solto para capturar os demais jogadores. Quem for pego é a próxima cabra-cega. Para que a diversão aconteça de forma segura, escolha um local livre de obstáculos para que ninguém tropece e caia. Quanto mais jogadores, mais divertido, por isso é interessante que os pais participem. Dá para brincar com crianças a partir de três anos.

3. Jogo dos pontinhos: desenhe em toda a extensão de uma folha vários pontinhos, deixando pequenos espaços entre eles. Com canetas de cores diferentes, os jogadores, alternando-se, vão ligando um ponto ao outro até formar um quadrado. A cada jogada, pode-se fazer apenas um traço de ligação. Ganha aquele que formar mais quadrados. A brincadeira requer habilidade para fazer riscos mais precisos, por isso é mais indicada para crianças a partir de cinco anosTelefone sem fio: nessa brincadeira tradicional, os participantes sentam-se formando um círculo. Um é escolhido para iniciar e fala, ao pé do ouvido, para que ninguém o ouça, uma palavra ou frase para quem está imediatamente a seu lado. O receptor dá continuidade ao jogo repassando o que ouviu e assim até o último participante. Na ânsia de não ser escutado, os jogadores vão baixando o tom de voz, o que costuma fazer a mensagem chegar bastante alterada, e engraçada, ao destino final. Quanto mais gente participar melhor. A brincadeira pode ser feita com crianças a partir de três anos.

4. Jogo da memória: existem baralhos prontos, mas a brincadeira pode começar com a confecção de um baralho personalizado com a criança. Para tanto, basta desenhar figuras iguais, como frutas ou formas geométricas, em pedaços de papel. Com os pares prontos (quanto mais, mais difícil e interessante será o jogo), embaralhe-os. Disponha as cartas, com as figuras voltadas para cima, sobre uma mesa ou outra superfície. Dê um tempo para os jogadores tentarem memorizar as posições dos desenhos iguais. Depois vire as cartas para baixo. O objetivo é localizar os pares. Quem achar mais, ganha. Recomendável para crianças a partir de três anos.

5. Cinco marias: antes de começar, é preciso confeccionar cinco pequenos quadrados de tecido e enchê-los de areia ou de arroz. Para iniciar, jogue os saquinhos no chão de maneira que não fiquem muito longe uns dos outros. Usando apenas uma mão, o jogador terá de pegar um saquinho, jogá-lo para o alto e, sem deixar que ele caia no chão, apanhar mais um. Na próxima rodada, joga-se um para o alto e tenta-se pegar dois do chão e assim por diante. “Essa brincadeira trabalha a coordenação motora da criança, enquanto ela se diverte”, afirma a coordenadora pedagógica Márcia Sayoko Nanaka. Ideal para crianças a partir de sete anos.

Fonte: Uol

Postado por admin em 19 de jun as 18:42

Durante os passeios é bem comum ouvir perguntas assim atrás de seus pertences, sem nem bem saber ao certo o que trouxeram, quando e como.

Para ajudar a deixar as crianças mais responsáveis e saber o que levam em suas mochilas, você pode incentivar e pedir ajuda delas na hora de arrumar. Claro que documentos ou dinheiro não são responsabilidades delas, mas a partir de aproximadamente quatro anos já é possível estimular nossos filhos a realmente serem responsáveis com aquilo que é importante para eles. Isso serve também para colocar certos limites naqueles pequenos que adoram encher nossa bolsa de tranqueirinhas – porque depois sobra para as mães carregarem todo aquele peso, não é?.

Ao fazer a malinha das crianças, deve-se levar em consideração qual o meio de transporte que será usado e o destino final do passeio, mas o básico pra sempre incluir é:

– Um casaco: Aliás, já é um clássico da fala de qualquer mãe: filho, leve um casaco!
– Livro de atividades/leitura: Distração portátil para qualquer momento. Leve, não precisa de carregador, não requer prática nem tampouco habilidades para desfrutá-las.
– Lanchinho: De preferência pequeno e em uma embalagem hermeticamente fechada.
– UM brinquedo: Nada de encher a mala de mão de brinquedos como se fosse ter espaço e tempo pra isso.
– Lencinhos de papel ou umedecidos: Pode contar com isso, mais cedo ou mais tarde vai ser necessário. É melhor se previnir. Para as mães de meninas, pode ser de grande serventia caso o banheiro (do posto, avião ou qualquer outro lugar público) não tenha papel higiênico.

Importante colocar somente itens que se relacionam de alguma forma com a criança e que não sejam fundamentais para o prosseguimento da viagem (nada de dar o passaporte ou a passagem para eles, hein?) caso a mala – que deve estar identificada e ser de um tamanho compatível com a estrutura de seu (sua) dono(a) – seja esquecida ou perdida em algum lugar.

Ao carregar seus pertences, a criança desenvolve o senso de responsabilidade e começa a perceber o quanto pode ser divertido e ao mesmo tempo trabalhoso sair de casa.

Fonte: Disney Babble

Postado por admin em 10 de jun as 16:37

Você ensinou seus filhos que é preciso escovar os dentes todos os dias, assim como tomar banho. Muitas vezes você brigou e perdeu a paciência, mas não desistiu. Quando temos certeza do que queremos, conseguimos fazer com que eles entendam e aprendam, pois sabemos que vale a pena “comprar a briga”, principalmente se você mora em cidades com sol durante quase o ano todo.

A proteção solar deve ser encarada da mesma forma. Ensinando desde pequenos a importância de se proteger do sol, esta ideia será incutida como verdade e seus filhos se habituarão a ela como hoje se habituaram a escovar os dentes todos os dias.

Proteja as crianças sempre e estimule os adolescentes a se protegerem, é um hábito que deve ser formado desde cedo. Cerca de 75% da exposição solar acumulada durante toda a vida ocorre até os 20 anos de idade, sendo muito importante a proteção solar nesta faixa etária.

Iniciando o hábito com seus filhos pequenos é muito mais fácil, eles se acostumarão rápido e vão manter o uso quando chegarem à adolescência, época de maior exposição ao sol. Para os adolescentes uma boa conversa e uma navegada conjunta pelo site podem ajudar a convencê-los. Tenha sempre filtros solares em casa e pergunte antes deles saírem se já passaram o filtro e se o estão levando para a praia. Insista, “compre mais esta briga”, a saúde futura deles está em jogo.

Dica

Não use filtro solar em bebês com menos de 6 meses de idade. Mantenha-os fora do sol. Assegure-se de que há sombra total nos carrinhos e na cadeirinha do carro. Quando sair na rua, use sempre sombrinhas para o sol.

Para crianças de 6 meses ou mais:

Evite o sol entre 10 e 16 horas, quando a radiação solar é mais intensa.
Proteja a criança com chapéus e roupas. Um bom chapéu de sol deve proteger as orelhas, nariz e lábios. Isso também reduz o risco da criança vir a desenvolver catarata mais tarde.
Aplique filtro solar com FPS 15 ou mais em todo o corpo de seu filho.
Reaplique o filtro solar a cada 2 horas, principalmente quando ele for à água ou transpirar muito.
Alguns remédios fazem com que a pele fique mais sensível ao sol. Quando o pediatra prescrever alguma medicação, pergunte se o sol deve ser evitado.
Não se engane com dias nublados. Os raios solares perigosos atravessam as nuvens e a neblina.
Cuidado com a luz refletida. A luz do sol reflete na areia, no concreto e na água, atingindo a pele, mesmo na sombra.

Fonte: Dermatologia.net

Postado por admin em 03 de jun as 19:23

Feito exclusivamente para o iPad, o Osmo Masterpiece transforma qualquer imagem em um rascunho com linhas de orientação. Esse rascunho serve como base para os pequenos desenharem por cima.

Através de um espelho especial, o acessório captura a imagem da mão da criança e transmite todos os traços do desenho feito no papel para a tela do tablet. Conforme a folha é riscada, o iPad vai mostrando os traços por cima da orientação.

Incrível, né?

No início, pode até parecer cópia. Mas depois de um tempo, os desenvolvedores dizem que a criançada passa a não respeitar mais os limites das linhas e faz traços de maneira mais livre. O uso do Masterpiece pode então ajudar os pequenos a desenvolver mais a criativdade em relação as suas produções artísticas.

Confira aqui como usar e se divertir com a criançada!

Fonte: Blog Moda Infantil

 

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