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Postado por admin em 29 de abr as 20:17

Por volta dos três anos, as crianças começam a querer fazer suas próprias escolhas de roupas e penteados. O problema é que nem sempre essas opções condizem com o senso estético dos pais. Muitas vezes, os filhos insistem em roupas que não combinam e se recusam a arrumar o cabelo. Os pais conhecem bem essas pequenas batalhas do dia a dia. Mas, afinal, será que vale a pena entrar nessa guerra?

Para a psicóloga Mara Pusch, que faz parte do Centro de Apoio e Atendimento ao Adolescente da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprar essa briga não é o melhor caminho e atrapalha o desenvolvimento infantil. “No dia a dia, é importante que os pais deixem o filho fazer suas escolhas. Esse é um exercício de autoconhecimento para a criança.”

Apesar de necessária e saudável, a liberdade com a própria aparência precisa de certos limites. Uma roupa de verão no inverno jamais será apropriada. A pedagoga Magali Reis, professora do programa de pós-graduação em educação da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de Minas Gerais, diz acreditar que o bom senso é sempre o melhor termômetro. “A criança vai estar confortável com a roupa? Vai se sentir bem?” são as perguntas que os pais devem se fazer, orienta Magali.

O médico pediatra Ricardo Halpern, presidente do Departamento de Pediatria do Comportamento e Desenvolvimento da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), explica que o desejo de decidir sobre o próprio visual está relacionado com o início do processo de formação da identidade da criança.

Apesar de concordar que um pouco de liberdade faz bem nessa fase, o pediatra diz que deixar o guarda-roupa inteiro como possibilidade de escolha pode complicar a vida dos pais, já que os filhos, às vezes, fazem opções inadequadas para a ocasião. Halpern sugere que sejam dadas, por exemplo, duas boas alternativas de combinação. “Assim a criança tem a possibilidade de fazer uma opção, sem que aquilo cause nenhuma batalha naquele momento.”

Quando as decisões estéticas das crianças não puderem ser respeitadas ou não forem as melhores para determinada situação, a psicóloga da Unifesp diz que é fundamental dialogar. “Os pais precisam sempre conversar e explicar porque ela não pode fazer a escolha dela naquele momento”, diz Mara.

Fonte: Uol

Postado por admin em 15 de abr as 19:52

Em geral, é possível viajar tranquila até o 7º mês de gravidez, mas o melhor é consultar seu médico para ter certeza e para obter melhores orientações em relação a sua viagem. Depois é só seguir algumas dessas dicas para planejar sua viagem:

1 – Escolha bem o seu destino
Viagens internacionais não são recomendadas, pois envolvem normalmente muito tempo viajando. Voos longos podem ser bem desconfortáveis durante a gravidez e com certeza existem bons destinos de viagem mais próximos de onde você mora.

O ideal é escolher um lugar que esteja no máximo há duas ou três horas de avião. Se o destino que você deseja é especial, mas longe de onde você mora, tente desdobrar o trajeto em dois dias e dormir em alguma cidade no meio do caminho. Se for viajar de carro, pode ser a melhor opção.

Se possível, evitar viajar para locais isolados ou que não tenham atendimento médico por perto. Assim, vai ser muito mais fácil relaxar e curtir suas férias sem ter que se preocupar com situações de emergência.

2 – Planeje-se
Se organizar com um pouco de antecedência vai te ajudar a aproveitar ainda mais as suas férias. Faça uma lista de tudo que precisa levar com você, como remédios, o caderninho onde você anota os dados da sua gravidez e telefones de emergência, como os de familiares e da assistência médica no local onde você escolheu viajar.

Lembre-se também de planejar seu roteiro com folga. Inclua nos seus planos tempo suficiente para ir ao banheiro várias vezes, parar para descansar e até mesmo eventuais atrasos de voos. Aliás, se isso acontecer, leve um travesseiro de viagem para relaxar e tirar uma soneca aonde você estiver.

Se achar que pode precisar ir ao banheiro com mais frequência, leve também lencinhos umedecidos e álcool gel para garantir.

3 – Mala de grávida é diferente
Durante a gravidez, conforto é ainda mais importante. Por isso, na hora de fazer sua mala, escolha bem suas roupas e calçados. Se você sabe que vai andar bastante, leve sapatos confortáveis. Melhor ainda se forem do tipo que você só precisa enfiar o pé, sem ter que se abaixar para amarrar cadarços. Sapatilhas são ótimas para combinar com as roupas mais arrumadas e costumam acomodar bem os pés inchados. Mas não servem para quem planeja andar muito, pois não tem amortecimento. Neste caso, prefira um tênis.

Se as suas férias vão durar mais do que os feriados do final do ano, leve roupas com espaço suficiente para a barriga que não para de crescer. Malhas, maiôs e biquínis não costumam ser um problema, mas roupas de algodão como calças jeans e vestidos, podem não acomodar mais sua barriga daqui duas semanas.

4 – Aproveite a viagem
Não importa qual destino que você escolheu viajar, nem se vai de avião ou de carro. Alguns cuidados são essenciais para que você possa realmente relaxar e aproveitar a viagem.

Tente alongar algumas vezes ao dia para diminuir inchaços, queimações e câimbras. Se possível, levante e dê uma volta pelo corredor do avião de vez em quando. Se estiver de carro, pare para se esticar e caminhar a cada duas horas, por exemplo. Você também pode usar meias de compressão para melhorar a circulação, se preferir.

Se costuma sentir dores nas costas, leve uma pequena almofada de viagem ou enrole um suéter para se apoiar enquanto estiver sentada.

5 – Se alimente bem
Muitas viagens são a oportunidade perfeita de experimentar novos pratos e sabores. Mas não esqueça de se manter saudável durante as férias. Prefira as frutas e verduras para continuar ingerindo vitaminas e sais minerais, além de evitar constipação. Apenas fique alerta à qualidade da água e aos cuidados de higiene local. Evite vegetais crus ou frutas que já foram servidas sem casca.

Aonde for, leve sempre uma garrafa d’água e lanches saudáveis, como frutas secas, barras de cereais e biscoitos integrais. Assim, você sempre vai ter algo à mão se precisar. Se manter hidratada é especialmente importante durante a gravidez e ainda reduz a sensação de náusea.

6 – Relaxe!
Gravidez é a época perfeita para relaxar. Mesmo que você adore viagens de aventura, compras ou conhecer novos lugares, se for viajar durante a gravidez escolha descansar. Ou pelo menos planeje várias pausas durante o dia, de preferência em lugares que você possa sentar e colocar os pés para cima.Tire este tempo para respirar, observar os arredores e recarregar as baterias.

Se caminhar bastante em um dia e se sentir cansada, tire o dia seguinte para ler um livro à beira da piscina, por exemplo. Assim, você repões as energias e fica pronta para mais um dia de passeios.

No mais, aproveite suas férias para descansar em todas as oportunidades. É natural se sentir cansada durante a gravidez, pois o seu corpo está trabalhando a todo vapor para desenvolver o seu bebê.

Por isso, mesmo que você não possa viajar nos feriados do fim do ano, aproveite para ficar em casa, descansar e dormir o máximo que puder. Deixe aquela faxina de fim de ano para outro dia, quando uma amiga ou parente possa te ajudar.Se você descansar bem no feriado, vai se sentir melhor e com mais energias para enfrentar os próximos meses e a ansiedade de esperar o seu bebê.

Fonte: Guest Post

Postado por admin em 08 de abr as 19:23

Todos os pais acham que as crianças devem ter um aprendizado seguro e divertido sobre as redes sociais. O Kuddle, um aplicativo norueguês, faz justamente isso: é uma ferramenta para liberar a criatividade dos pequenos ao mesmo tempo em que visa a prevenção do bullying online através da proibição de comentários e com “curtidas anônimas”.

O aplicativo permite o upload e visualização de fotos, cuja exibição é cronológica – similar ao Instagram. Além disso, possui ferramentas de edição simples para inserir desenhos.

Com o objetivo de atingir crianças e pré-adolescentes de até 13 anos, a rede social mantém uma equipe em constante monitoramento para retirar qualquer conteúdo que seja inapropriado, para assegurar um ambiente feliz e saudável aos usuários.

Outros diferenciais, estão a possibilidade dos pais monitorarem o conteúdo por email, recebendo todas as atualizações e uploads dos filhos e podendo excluir itens a qualquer momento. O app também utiliza complementos de caráter didático, como mensagens de incentivo às boas práticas de etiqueta online e perguntas do tipo: “Você concorda que bullying online é tão ruim quanto bullying na vida real?”.

É possível baixar o Kuddle gratuitamente para iOS e Android.

Fonte: Blog Moda Infantil

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Postado por admin em 01 de abr as 19:56

Se você está preocupado com a quantidade de chocolate que seu filho irá ganhar e ingerir nesta Páscoa, você tem a companhia de muita gente. Mas calma, existem formas de conciliar interesses, ou seja, satisfazer o seu filho e evitar o consumo excessivo de calorias, visando a prevenção ou o combate à obesidade infantil.

0104 -Site Daya

Para ele, o que falta em relação às festividades é moderação. “Sabe aquela música infantil: ‘Coelhinho da Páscoa/Que trazes pra mim?/Um ovo, dois ovos/ Três ovos assim…’. E o pior é que não só nós comemos todos eles, como também oferecemos às crianças para que elas experimentem e se lambuzem. Resultado? O organismo pede uma pausa pelos excessos cometidos.

Mas qual o problema de comer um ovinho de chocolate na Páscoa? Se estivéssemos mesmo falando de um ovinho, os problemas seriam poucos, mas ainda assim seria necessário ter moderação. A realidade é que no feriado prolongado: entre a Quinta-feira Santa e a Páscoa, no domingo, cada criança consome muito mais do que um ovo de Páscoa (de 250 ou 300 gramas)”, garante os especialistas. E além das calorias, o médico destaca que o chocolate contém (em cada 25 gramas, segundo informação de uma das empresas produtoras):

— Carboidratos (15 gramas)
— Açúcares (14 gr)
— Proteínas (1,5 gr)
— Gorduras totais (7,4 gr)
— Gorduras saturadas (3,9 gr)
— Sódio (12 mg)
—  E fibras? (0,6 gr).

Questões mais graves
A Páscoa costuma ser uma época na qual muitas crianças comem chocolate pela primeira vez. Com isso, pode ser maior a incidência de alergias, intoxicações e intolerâncias alimentares. Se você acha que bebês de 8 a 10 meses ficam lindos com a carinha lambuzada de chocolate, cuidado! O risco a que as crianças são expostas nessas situações não compensam os transtornos. A foto fica como lembrança para toda a vida… A alergia também.

Pediatras destacam também que, mesmo as crianças que já estão habituadas ao chocolate podem apresentar alergia (ao leite, ao amendoim, às castanhas), outros quadros agudos, como intolerância pelo abuso do alimento (vômitos, diarreias, dores de barriga que podem evoluir para desidratação) ou, ainda, quadros crônicos (pelo hábito, levando à obesidade infantil, tão comum nos consultórios pediátricos).

Fonte: Tribuna da Bahia

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