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Postado por admin em 25 de fev as 17:22

Horário de verão terminou no último domingo, mas seu filho continua com o fuso antigo? Não se sinta sozinho. É comum que as crianças demorem um pouco mais que os adultos para se adaptarem ao novo horário.

Algumas mães perceberam que seus filhos passaram a dormir mais cedo e, a consequentemente acordar antes. Ou seja, estão seguindo o horário antigo. “Desde domingo a minha acorda às 5h30. Acho q ainda vai uns dias até regular”, diz Andrea Magnanelli, mãe de uma menina de 1 ano e 10 meses.

“A minha de 4 anos também está assim. Acho natural”, afirma Mariella Bortoletto Aleo. “Acho que em uma ou duas semanas tudo se ajeita.”

A sugestão do pediatra e neonatologista Jorge Huberman é tentar atrasar o “relógio” da criança 15 minutos por dia _até completar os 60 minutos do fim do horário de verão.

Essa transição pode levar mais de quatro dias, pois você precisará repetir cada período de atraso de 15 minutos por dois ou três dias até a criança se acostumar com o novo horário de ir para a cama.

A psicóloga Renata Soifer Kraiser, autora do livro “O Sono do Meu Bebê”,  diz que a mudança pode ser de 5 minutos diários. “Aos poucos, a criança vai se adaptando e entrando na nova rotina”.

Segundo Huberman, essa técnica pode ser aplicada também para preparar a criança para viagens internacionais em que haverá diferença de fuso horário em relação ao Brasil.

Mas se o problema da criança é acordar mais cedo, o jeito é tentar convencê-la a ficar 5 minutinhos a mais na cama por dia.

No lado oposto, há pais preocupados com filhos que vão dormir muito tarde. A técnica é a mesma: tentar adiantar 15 minutos por dia a hora de ir para a cama. Outra dica é deixar a casa silenciosa e evitar distrações muito excitantes pouco antes de dormir. Nessa hora, as atividades têm de ser leves e preparar para o sono, como leitura.

Fonte: Folha de S. Paulo

Postado por admin em 19 de fev as 19:27

“Mas você não vai dar água para esse bebê?”, “melhor ele tomar  um chazinho de camomila para aliviar a cólica” ou ainda “coitada dessa criança, dá um suco para ela”. Levanta o mouse aí a mãe que já não ouviu uma ou todas essas frases nos primeiros meses de vida do seu bebê. Apesar de os médicos alertarem que o bebê não precisa tomar nada além do leite materno, sempre há pitacos contrários de tias, avós e cunhadas.

A pediatra e nutróloga da Casa Curumim, Melissa Ramos Morais,  explica que o leite materno supre as necessidades energéticas e de nutrientes de um bebê até o sexto mês de vida, ou seja, nada de água, suco ou chazinho. “O leite materno também tem fatores bioativos que protegem contra doenças infecciosas. Há estudos que mostram proteção contra doenças crônicas e favorecimento a um bom desenvolvimento cognitivo e motor”, comenta a médica.

Ela explica que geralmente é aos seis meses que o bebê tem maturidade corporal e neurológica para receber novos alimentos. “Até lá, o bebê não necessita de outros tipos de leite, alimentos, água, sucos ou chás”, comenta.

Caio, filho da bibliotecária Lidia Andriolli de Holanda, 35, completou seis meses apenas no início de janeiro. Segundo ela, foi  dura a pressão de familiares para que ela passasse a dar comidas para o seu bebê antes dele completar o sexto mês de vida.

“Parecia que eu era má por não dar fruta, suco. Mas, o pediatra falou que quando eu voltasse a trabalhar,  ele podia ficar só com o leite. Infelizmente, a maioria acaba dando frutas e sopinhas antes do recomendado”, comenta Lidia, que voltou a trabalhar quando o filho tinha apenas quatro meses de vida. O Ministério da Saúde recomenda o leite materno exclusivo até os seis meses de vida e como forma de complemento a outros alimentos até os dois anos ou mais.

A médica explica que a mulher que volta a trabalhar antes dos seis meses de vida do bebê tem alguns direitos garantidos para que possa continuar amamentando. Ou a mãe pode optar em tirar dois intervalos de 30 minutos para tirar o leite, armazenar para ser oferecido ao bebê na sua ausência, conforme já mostrou o Maternar.

BEBÊS QUE TOMAM LEITE DE FÓRMULA

A médica comenta que os  bebês que tomam leite de fórmula, no entanto, vão precisar tomar água antes. “O bebê que toma fórmulas infantis precisa de água para matar a sede e para os rins funcionarem melhor. Já o que é amamentado no seio materno, em livre demanda [sempre que o bebê quer], mama algumas vezes sem fome só para matar a sede”, explica a médica.

Segundo ela, a introdução dos alimentos para os bebês que tomam leite artificial também só deve ser feita após o sexto mês.

Ela explica que a introdução alimentar não precisa ser feita de forma apressada.  “A introdução alimentar deve ser feita gradativamente, com a consistência adequada (inicialmente purês ou papas) e respeitando aceitação e tolerância do bebê. É importante ofertar de maneira variada, não forçar”, explica a médica

A pediatra diz que os pais não devem estranhar se em um primeiro momento o bebê recusar algum alimento. “Ele pode recusar  por estar estranhando o alimento novo, então, vale oferecer de novo e gradativamente aumentar a consistência para pedaços até a refeição se assemelhar com a da família”,  explica.

Melissa explica que é importante sempre ter variedade no cardápio, com frutas, legumes, hortaliças e carnes. “É importante conhecer o histórico alimentar da família, sobre alergias para adiar a introdução de alguns alimentos se necessário”, diz a pediatra. Para ela, é muito importante os pais conversarem e tirarem todas as dúvidas com o pediatra do seu filho.

A pediatra comenta que a introdução alimentar é um período de adaptação e que pode levar dias, semanas, até que o bebê comece a aceitar e comer melhor. Ela ressalta que primeiro deve ser introduzida as frutas e depois a papinha salgada. “O ideal é usar alimentos com consistência macia, inicialmente amassados sem necessidade do uso de liquidificadores ou peneiras”, ressalta.

Melissa diz que o mais importante é respeitar a saciedade da criança, lembrar que é um processo novo e que pode necessitar de um período de adaptação. Ela diz que muitos pais tem usado o BLW (Baby-led Weaning,  ou em tradução livre o desmame que o bebê lidera) na introdução dos alimentos.

“Precisa fazer desse momento algo prazeroso tanto para o bebê quanto para os pais”, aconselha.

Fonte: Folha S. Paulo

Postado por admin em 12 de fev as 18:28

O carnaval chegou e uma das partes mais divertidas dele é escolher a fantasia, e a criançada se diverte muito nessa hora. Confira algumas ideias pra vestir os pequenos e deixar a folia deles ainda mais divertida.

1202 - Site Daya

Postado por admin em 04 de fev as 20:52

Verão, época ótima pra curtir praia, piscina e passeios em família, mas é bom lembrar que quando a curtição envolve criança, algumas cuidados maiores são precisos. Pra te ajudar a não esquecer nada, separamos algumas dicas, confira:

Bebês podem tomar de 20 a 30 minutos de sol diariamente; depois, coloque-o sob o guarda-sol. Evite os horários entre as 10h e as 16h.

Aplique bloqueador solar (fator 30) antes de sair de casa e reaplique a cada duas horas, mesmo sob o guarda-sol. Os raios solares refletidos na areia podem provocar queimaduras.

Todo cuidado com a desidratação. Para crianças com até 2 anos, é melhor dar água sempre. Acima disso, estão liberados sucos e água de coco.

Amamente normalmente. Se o bebê ainda usar mamadeira, conserve em isopor e confira antes se o calor não azedou o leite.

Não deixe a criança em contato com a areia em praias muito cheias ou que tenham cachorros. Há perigo de doenças dermatológicas.

Leve pequenas piscinas de plástico inflável e, se possível, encha com água doce. Só use água do mar se a condição da praia for boa.

Respeite o sono da criança. Se quiser esticar por mais tempo a permanência na praia, prepare uma “caminha” de areia e forre com toalha seca. Acomode a criança e cubra-a com uma toalha leve para proteger do vento. O mesmo arranjo pode ser feito na piscina seca.

Olho vivo é pouco: crianças que andam precisam estar identificadas, caso se percam. O ideal são aquelas pulseiras que só saem do pulso se cortadas (procure em lojas que vendem maiôs infantis; algumas praias distribuem gratuitamente).

 

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