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Postado por admin em 24 de set as 17:59

A vida em família é corrida. Com filhos pequenos, a mãe chega a conclusão de que o dia não tem horas suficientes para atender às necessidades de todos. E a saída para esse turbilhão de atividades é estabelecer uma agenda com prioridades.

Os pais tendem a reduzir o tempo de qualidade que deveriam reservar para si próprios, diminuem o tempo que passam com os filhos mais velhos, e tentam pular etapas, pressionando os pequenos. Como resultado: ninguém fica feliz.

Por isso, estabelecer uma agenda ou rotina doméstica eficaz permite atender às necessidades e interesses de todos, além de proporcionar à criança a estrutura clara de que ela necessita para se sentir segura.

Alguns pais não gostam da ideia de uma rotina, pois a consideram sinônimo de rigidez. No entanto, uma rotina realmente abre mais espaço para a diversão, uma vez que elimina grande parte do estresse da luta de administrar o tempo escasso. De repente pode parecer que nem tudo é tão corrido e caótico, e isso é maravilhoso. Veja as dicas para montar a agenda da casa:

*Os horários das refeições e de ir para cama são a base da rotina. O ideal é que as crianças comam e durmam cedo. Por exemplo: o jantar deve ser servido entre 17h e 17h30.

*O importante da rotina é ajudá-la a conseguir fazer tudo em um tempo razoável. Quando a mãe demora muito para dar banho e colocar a criança na cama, essa tarefa acaba roubando horas preciosas do período noturno. Mas sem um tempo suficiente, seu filho terá maior dificuldade de desacelerar. A criança sente quando estamos com pressa.

*Não seja rígida. Se der uma tolerância de meia hora em um horário ou outro, não fará tanta diferença no fim do dia.

*Seja realista. Se o seu filho sempre demora na hora de se vestir, reserve um tempo a mais, um tempo suficiente para essa tarefa. Não arrume problemas para você mesma mais tarde.

*No verão, pode ser interessante deixar a criança ir para a cama cerca de meia hora mais tarde. É difícil pegar no sono quando ainda está claro.

*Reserve horários especiais para dedicar atenção especial a cada filho. Seu cônjugue deve fazer o mesmo. Hoje, a mamãe dá banho no caçula e o pai lê uma história antes de colocá-lo na cama. Amanhã vocês trocam. Se isso não for possível, garanta que a criança terá um fim de semana com o pai e outro com a mãe.

*Inclua um tempo de qualidade para você e seu companheiro. Não se trata de um extraopcional. Essa é uma necessidade. Não é?

*Depois de elaborar uma agenda, esteja ela em sua mente ou em um cartaz na geladeira, é preciso ensinar a criança a segui-la. Todo dia, a cada passo do dia, reforce a rotina verbalmente repetidas vezes.

*Dê avisos claros, calmos e repetidos, usando o tom de voz de costume (as crianças preferem tons de vozes alegres e amigáveis) sempre com alguns minutos de antecedência. Assim a criança tem uma chance de se preparar para o que está por vir e sente-se envolvida na movimentação da casa.

Diga sempre:

“Vamos procurar seus sapatos? Sairemos para o parque em cinco minutos”.

“A mamãe está pegando a toalha, daqui a dois minutos será hora do banho”.

Sinalizar a rotina da criança é bem diferente de oferecer-lhe uma série de opções. Não diga: “Você pode calçar os sapatos?”, “Que sapatos você quer usar?”.

O mesmo se aplica a barganhas. Não diga: “Se você calçar os sapatos podemos ir ao parque”.

Diga sempre: “Quando você calçar os sapatos iremos ao parque”.

Fonte: Baby digue

Postado por admin em 17 de set as 19:11

A moda não é exclusiva do mundo jovem e adulto e cada vez mais conquista as crianças. Os pequenos ainda têm preferência entre os brinquedos e games, mas é notável que eles começam a se interessar pela maneira de vestir e ainda impõem seus gostos e escolhem seus estilos. Para os adultos, é sempre difícil saber como agradar uma criança na hora de comprar roupas e há sempre uma dificuldade para acertar a numeração.

O Brasil segue uma tabela (veja abaixo) criada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que é o Foro Nacional de Normalização. O objetivo é estabelecer um sistema de indicação de tamanhos que apresente, de forma direta e de fácil compreensão, as medidas corporais de crianças e jovens.

Esses tamanhos levam em conta várias medidas médias para cada faixa etária como por exemplo, medida do tórax, quadril, cintura, ombro, bíceps, etc. Por isso, ainda existirão os casos em que um bebê de 3 meses necessitará de uma roupa tamanho G e um outro bebê de 3 meses de tamanho P, pois essas medidas foram baseadas em uma média do corpo humano dos bebês em cada faixa etária.

A principal diferença dessa tabela para as numerações anteriores é que cada fábrica tinha a sua, ou seja, o tamanho M de uma fábrica não era igual ao de outra fábrica, com essa tabela, os tamanhos M de todas as fábricas deveriam ter as mesmas medidas.

Fonte: Guia do bebê

Postado por admin em 10 de set as 19:34

Alguns cuidados com a roupa, seja infantil ou adulta, são essenciais na hora de preservá-las. Confira algumas dicas:

Separação:

Separe as roupas por cor e tipo de tecido. Não se pode misturar roupas brancas com coloridas, ou escuras com aquelas que soltem pêlos. Portanto, separe pilhas de roupas brancas, claras e as de cores escuras. Crie uma pilha à parte para roupas com tecidos e aplicações delicadas. Depois, separe pelo grau de sujidade. Por fim, junte as peças brancas com as claras de acordo com a moderação da sujeira.

Pré-lavagem:

Se você encontrar alguma mancha, faça uma pré-lavagem nesse ponto com produtos
específicos, detergente líquido ou sabão em barra. Se a mancha for difícil de sair, deixe a roupa de molho por alguns minutos.
Verifique broches, fivelas ou decorações que possam danificar outras roupas. Feche zíperes, ganchos e botões. Lembre-se de verificar os bolsos de calças e camisas.

Alvejantes:

Olhe atentamente a composição descrita na embalagem do alvejante, muitos possuem cloro e isso causa danos às roupas coloridas. Neste caso, utilize somente nas roupas brancas. Também existem alvejantes próprios para roupas coloridas. Lembre-se que esses produtos não substituem o sabão em pó, eles apenas auxiliam na remoção da sujeira.

Amaciantes:

Eles amaciam as firas do tecido e deixam um perfume agradável. O amaciante nunca deve ser despejado diretamente nas roupas, isso pode deixar manchas.Verifique na embalagem desse produto a dosagem para dissolver recomendada pelo fabricante. Dissolva em água e coloque as roupas de molho. Se for lavar à máquina, coloque o produtos no último enxágue.

No varal:

Roupas brancas e claras podem ser secas ao sol, já as coloridas devem ser colocadas à sombra para não desbotar. Certifique-se que os grampos e o varal estejam sempre limpos. Sempre pendura as roupas pelo seu lado mais firme.

Na secadora:

Leia sempre o manual de instruções para saber o ciclo e o tempo adequado para cada tipo de roupa. Tome cuidado para não sobrecarregar a secadora, desse jeito as roupas não secarão.

Fonte: Dica de Moda

Postado por admin em 03 de set as 20:44

Produzimos dez dicas para auxiliar as mamães com bebês ainda pequenos – principalmente as de primeira viagem –, a como cuidarem do seu recém-nascido. Afinal, qual a melhor posição para facilitar a amamentação? Recém-nascidos sentem mais frio do que os adultos? O choro é de fome ou de cólica?

1) Amamentação – As principais orientações a respeito da amamentação devem ser fornecidas pelo pediatra. É importante que o bebê abocanhe toda a auréola, e não apenas o bico da mama, para evitar dor ou ferimentos. A mãe deve escolher um lugar calmo e tranquilo, acomodar-se em uma poltrona confortável, com iluminação e temperatura amenas. Qualquer desconforto, estresse, ansiedade, medo ou insegurança pode prejudicar a saída do leite.

2) Excesso de leite – Quando a produção de leite é maior do que a capacidade de mamar da criança, o seio fica cheio demais e há desconforto. Nesses casos, recomenda-se a extração manual do excedente. Se for necessário armazenar o leite, é importante consultar o pediatra em relação aos procedimentos quanto à conservação para uso posterior.

3) Roupas – Um dos erros mais comuns das mães de primeira viagem é agasalhar demais o filho. Ele precisa ser vestido com roupas confortáveis, que não impeçam seus movimentos e que estejam adequadas à temperatura. No verão, por exemplo, não se deve usar xales e luvinhas.

4) Soluço e cólica – São normais no recém-nascido devido à imaturidade do sistema gastrointestinal. A mãe não precisa se apavorar, porque vai passar. Para evitar isso, convém não se esquecer de deixá-lo em pé no colo, durante alguns minutos, e bater levemente nas suas costas para ele arrotar, após as mamadas. A mamadeira deve ser dada com o bebê sentado no colo, e não na horizontal.

5) No berço – Após as mamadas, o bebê deve ficar de pé, no colo, para eliminar o ar (arrotar) eventualmente ingerido durante a mamada. No berço, o bebê deve ser colocado de barriga para cima e nunca de bruços.

6) Sono e repouso – É natural que o bebê novinho durma muito. Ainda assim, ele precisa de um lugar silencioso e calmo, com iluminação controlada. Esses momentos de descanso podem (e devem) ser aproveitados também pela mãe, já que seus horários de sono e vigília costumam ser comprometidos pela amamentação.

7) Umbigo – Normalmente o coto umbilical “cai” depois de poucos dias, em geral entre o sétimo e o décimo dia de vida, e a mãe deve seguir rigorosamente as recomendações médicas. Se você observar vermelhidão na pele ou um odor forte no coto umbilical, converse com o seu pediatra, pois esses sinais não são normais.

8) Banho – A dica é não encher muito a banheira, para que o banho seja mais seguro. Quanto à temperatura da água, ela não dever ser fria, mas também não pode ser muito quente. Para essa verificação, não é preciso usar termômetro: o cotovelo ou o punho da mãe são suficientes para identificar se a água está adequada.

9) Choro – Com o tempo, a mãe aprenderá a diferenciar os diferentes “tipos de choro” do bebê. Há choro de fome, de sono, de desconforto (por exemplo, por excesso de agasalho) e há o choro de dor. Porém, isso não acontecerá de forma instantânea. Aos poucos, a mãe ganhará confiança para diferenciar cada um deles.

10) Tabaco e álcool – O uso de tabaco e álcool não é recomendado durante a gravidez nem durante a amamentação.

Fonte: Fleury

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